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quinta-feira, 21 de junho de 2012

As "onças" na Vitória Expovinhos


Ontem, durante o primeiro dia do Vitória Expovinhos - 4º Salão Internacional do Vinho de Vitória, as "onças" fizeram bonito e tomaram muitos vinhos deliciosos, sempre com o aval de nosso especialista André Andrès. Entre eles o Conde D'Ervideira Reserva Branco, com aromas de frutos tropicais, especiarias e baunilha, e o Invisível, que utilizando o potencial aromático do Aragonez, traz aromas de chá (Earl Grey), hortelã, casa de lima e salva. Além disso, tivemos o prazer de conhecer Duarte Leal da Costa, que hoje cuida, junto com a matriarca da família, de suas videiras na simpática cidade medieval de Portugal.

Também conhecemos a Rainha do Maipo (como a nomeou André Andrès), Cecília Torres, da Santa Rita, que convidou a confraria para comemorar o Dia Internacional da Mulher, em março do ano que vem, na vinícola, no Chile. Lá na feira tivemos a oportunidade de provar o Santa Rita Sauvignon Blanc Reserva (uma preciosidade). Ela veio ao evento a convite da Grand Cru, sob o comando do empresário Humberto Freire, que ofereceu também o Matetic EQ Coastal Sauvignon Blanc, Matetic Corralillo Syrah, Santa Rita Medalla Real e Sideral de Altair, além de deliciosos petiscos. O local estava bem concorrido, com bastante convidados).

Outro espaço bastante visitado foi a Portus Cale, cujo representante no Estado é Roberto Rodrigues (que nos ofereceu a primeira degustação quando nossa confraria começou). Ele nos apresentou o Só Syrah e o Catarina (branco). Deliciosos! Também encontramos o maior amigo das "onças" (mas ele não é um amigo da onça, como fez questão de dizer) Vanderlei Martins, que sempre nos oferece degustações ma-ra-vi-lho-sas no Carone, ao lado do sempre sorridente Olício e da simpática - e chef de mão cheia - Arlete (que estava linda lá representando o supermercado). 

O multi Jace Theodoro




Rachel Martins e Andréia Lopes na Grand Cru

Mariana Perini e Ana Claudia na Grand Cru

Ana Claudia, Mariana Perini e Zainer Silva na Grand Cru

Carol Polese, Ana Paula e Andréia Lopes prestigiando a Grand Cru

Carol Polese e Andréia Lopes

Mariana Perini no maior estilo com seu anel de onça,

comprado em San Telmo, Buenos Aires


Ana Claudia e Rogério Baracho

Elaine Silva, Zainer Silva e Andréia Lopes

Marli Siqueira e o especialista André Andrès

O multi Jace Theodoro e Marli Siqueira


Da esquerda para direita: Zainer Silva, Ana Claudia, Elaine Silva, Marli Siqueira, Rachel Martins, Vanderlei Martins (o maior amigo das "onças"), Andréia Lopes e Renata Rasseli


André Andrès, Marli Siqueira e Faé


Da esquerda para direita: Zainer Silva, Marli Siqueira, Cecília Torres (da Santa Rita, Chile), Elaine Silva, Mariana Perini, Rachel Martins e Renata Rasseli. Todas prestigiando a Portus Cale

Mariana Perini desfilando seu óculos de gatinha
Mariana Perini e Eduardo Caliman prestigiando a Wine Store Carone


André Hess e Renata Rasseli


Zainer Silva e Rachel Martins


Ana Claudia, Zainer Silva e Rachel Martins


Beth Feliz e Danilo


Eduardo Caliman e Jace Theodoro

Jace Teodoro e Elaine Silva, na Chandon

Duarte  Leal Costa, da Ervideira, Portugal
Marli Siqueira e Duarte Leal Costa
Da esquerda para direita: Mariana Perini, Rachel Martins, Ana Claudia, Andréia Lopes, Marli Siqueira, Elaine Silva e Zainer Silva prestigiando a Ervideira

 


segunda-feira, 18 de junho de 2012

Sorteio de livro

Quem gosta de tomar champanhe - nós, as "onças", adoramos - vai se apaixonar pela história de sucesso da Viúva Clicquout, que cedeu muito mais do que o nome a uma das maiores marcas do mundo, quando o assunto é a bebida, fabricada numa pequena região do nordeste da França, com menos de 85 mil acres de vinhas, o único lugar onde é produzido o verdadeiro champanhe. 

E o melhor: você pode mergulhar na história da viúva Barbe-Nicole, uma mulher de fibra, que estaria confinada em casa, como ocorria com a maioria das mulheres no início do século XIX, senão fosse uma repentina febre tifóide que atacou o marido e o levou à morte em 15 dias, quando ela tina apenas 27 anos. 

Essa história é contada no livro "A Viúva Clicquout - A história de um império do champanhe e da mulher que o construiu", de Tilar J. Mazzeo, da Editora Rocco. E você pode levá-lo para casa. Basta ser um seguidor do blog e preencher o formulário abaixo. Nós, as "onças" garantimos: você vai se deliciar - e se inspirar - com a trama.

Afinal, pense numa mulher sem nenhuma educação formal para negócios,  que perde o marido. em pleno século XIX, e tem uma filha para criar? Sem muita alternativa, ela decide assumir a vinícola familiar. Graças a Deus, caso contrário ninguém poderia hoje degustar uma champanhe "Veuve Cliquout".

Era uma época difícil, de guerras napoleônicas, mas Barbie-Nicole não só tomou o controle da empresa, como tornou-se célebre mundialmente, fazendo do champanhe sinônimo de luxo e sofisticação ao cair nas graças da burguesia ascendente. É essa história, da mulher que recusou a submissão e ultrapassou os rígidos limites impostos ao sexo feminino nos séculos XVIII e XIX e que hoje faz parte da cartilha do mundo dos negócios, que você poderá conhecer participando de nosso sorteio.  

sábado, 16 de junho de 2012

Prova de resistência

Texto de André Andrès publicado na Revista.AG do dia 17 de junho de 2012





Com dezenas de expositores e centenas
de rótulos servidos aos visitantes, a quarta edição  da  Vitória Expovinhos é um convite ao prazer do mundo de tintos e brancos



Numa reunião de jornalistas, ministros e algumas figuras importantes de Brasília, promovida por uma empresa gaúcha no ano passado, foram servidos apenas vinhos do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O encontro aconteceu apenas alguns dias depois da Vitória Expovinhos, importante feira que realiza sua quarta edição neste ano. Havia uma certa disputa entre os garçons e  representantes de cada rótulo. Um deles, da vinícola Pericó, aproximou-se da mesa e anunciou, orgulhoso: “Este tinto é Top Five da Vitória Expovinhos”. E serviu o Basalto 2008, produzido nas serras catarinenses, um dos cinco melhores Tintos do Novo Mundo servidos ao público durante os dois dias de prova em Vitória. Um garçom gaúcho ouviu e logo veio com uma garrafa de branco: “Este também é Top Five. Ganhou em 2010 e 2011!”. E serviu o Virtude Chardonnay, da Miolo.



A pequena disputa mostra a importância alcançada pela feira de Vitória. A seleção dos vinhos pelos jurados, a representatividade dos produtores, a qualidade e a quantidade de garrafas abertas são fundamentais para o sucesso do evento. Mas esse sucesso só se concretiza com a participação do público. E ela, além de ser enorme, é, ao mesmo tempo, compenetrada e divertida. Porque é uma oportunidade de provar bons vinhos e encontrar grandes amigos. Mas atenção: existem algumas regras que devem ser seguidas – e muitas delas são esquecidas até mesmo por quem tem muita experiência em degustações. Então, vamos a um rápido manual do que deve  (e, principalmente, não deve) ser feito durante uma feira de vinhos...



1) Não use perfume. Degustações são divertidas, não deixam de ser uma reunião social, as pessoas se encontram,  etc. e tal. Mas nem por isso você tem o direito de tomar um banho de perfume e ir tomar vinho. Ou alguém ao seu lado vai encontrar na taça notas de Channel Número 5, Hugo Boss, Carolina Herrera...

2) Contenha-se! Você recebe uma taça de cristal, bem bonitinha, entra no saguão... e se depara com mais de 60 estandes e quase mil garrafas de vinho servidas pelos expositores. A vontade é sair bebendo tudo de uma só vez! Calma. Você terá tempo de provar muitas taças boas. E fique tranquilo: ninguém consegue provar TODAS as mil garrafas do evento.

3) Pare um pouquinho, descanse um pouquinho.  E coma algo, tome água. É bom chegar alimentado à feira (não se deve beber com o estômago vazio) e se manter assim até o final. E mantenha o corpo hidratado, com uma tacinha de água de vez em quando. Aliás, a preparação é fundamental: eu gosto de tomar um comprimido contra acidez pela manhã, ainda em jejum. Vinho bom não dá ressaca. Nenhuma. Mas numa feira você prova de tudo. Por isso, deixe um analgésico e um copo de água ao lado de sua cama. Só por prevenção.

4) Escute muito, fale pouco.  Se for uma degustação em sala fechada, contenha-se nos comentários. Tempos atrás, Jorge Lucki sofreu com isso numa degustação em Vitória:  cada comentário seu era complementado ou contestado por um “entendedor”.  É comum algum degustador querer provar sua sabedoria a respeito do assunto e até “derrotar” o palestrante. “Que deselegante!”, diria nossa amiga Sandra Annenberg...

5) Olha o baldinho!  Degustadores profissionais cospem os vinhos. Fazem isso porque acabam provando muitas taças – e se engolissem tudo, acabariam tendo um coma alcoólico. Então, não estranhe os vários baldinhos espalhados pela feira. E se quiser dar uma de entendido, aproveite que não gostou de algum vinho... e cuspa no baldinho! Vai todo mundo achar que está diante de um profissional.



6) Vá embora. Não se engane: as luzes não são apagadas para dar início à parte dançante da festa. Numa hora, os expositores têm de parar de servir os vinhos, ou não sobraria nada  para o dia seguinte. Aliás, se não parassem, também não sobraria nada de você para retornar no segundo dia da feira, e começar tudo de novo...



Paralelamente à feira (que acontece nos dias 20 e 21, no Centro de Convenções de Vitória), a Vitória Expovinhos oferece uma série de palestras de grandes enólogos. É uma bela oportunidade de conhecer melhor ou ampliar seus conhecimentos sobre o universo do vinho. Ao lado, algumas das estrelas da feira.





Felipa Pato

É uma das mais brilhantes profissionais de sua geração. Seus vinhos brancos e espumantes são excepcionalmente bons. Certamente produz alguns dos melhores vinhos da Bairrada. Filipa tem história: é filha de Luis Pato, um dos maiores enólogos de Portugal.

Patrick Valette
Uma combinação perfeita entre Chile e Argentina. Não, não se está falando dos ótimos vinhos produzidos por Patrick Valette (autor do El Príncipe e do Neyen, entre outros), mas de suas origens. Filho de franceses e nascido no Chile, só podia dar em um enólogo fenomenal.


Cecília Torres

Se houvesse algum título de nobreza no mundo do vinho, Cecília seria a rainha do Maipo. No vale chileno, ela produz, há anos, os conceituadíssimos vinhos da Santa Rita. Um ícone, sem dúvida.



Diego Pulenta

A Pulenta vem se destacando nos últimos anos pela produção de vinhos muito bons. Seu Cabernet Franc está entre os melhores desta cepa produzidos na América do Sul. Mas essa qualidade se estende para os outros tintos e brancos feitos pela vinícola argentina.

Toro Loco Tempranillo

Quem está acostumado a viajar para a Europa e tomar vinho por lá, sabe da diferença de preço entre uma garrafa em comparação ao Brasil. Claro, aqui pagamos pelos altos impostos. 

Obviamente que por lá também se encontram rótulos caros. Agora, imagine, num "teste cego" um vinho espanhol de apenas 3,59 libras (aproximadamente R$ 11,50) ser apontado como um dos melhores do mundo. 

Pois foi o que aconteceu com o Toro Loco Tempranillo, produzido na região Utiel-Requena, que superou rótulos 10 vezes mais caros. Ele ganhou a medalha de prata na Competição Internacional de Vinhos e Destilados do Reino Unido.

Mas por enquanto quem quiser degustá-lo terá que trazer da Europa, pois ainda não está à venda no Brasil. Mas a previsão da webstore Wine é colocar o rótulo à venda, com exclusividade, a partir de agosto. Segundo Rogério Salume, presidente da Wine, ele tem um excelente custo-benefício: "O vinho tem qualidade e preço justo". 


quinta-feira, 14 de junho de 2012

Vitória Expovinhos 2012



Na semana que vem, dias 20 e 21, começa o Vitória Expovinhos 20124° Salão Internacional de Vinho de Vitória, que contará, além da feira, com uma programação de palestras e cursos. Este ano, serão mais de mil rótulos, de 16 países. Confira a programação e corra para fazer a sua inscrição.

Atenção: A presença nas palestras e cursos não dá direito à circulação na feira, os convites devem ser adquiridos à parte.


As "onças" estarão no primeiro dia do evento fazendo a cobertura


 Programação 
(Todas as palestras e cursos são gratuitos)

Quarta-feira (20/06)

8 às 12 horas (auditório principal)

Curso de Noções Básicas do Vinho 
Célio Alzer

 14 às 17h30h (Auditório Principal)
Curso Avançado do Vinho 
Célio Alzer

17h40 às 18h40 (Auditório A)
Palestra: Cecilia Torres 
(Vinicola Santa Rita) – Chile

17h40 às 18h40 (Auditório B)
Palestra Maria Alejandra Vallejo Rakela 
 (Vina Concha Y Toro)
Enóloga da Vinícola Concha Y Toro

19 às 20 horas (Auditório B)
Palestra Terrois do Chile 
Carolina Azócar e José Miguel Irarrazaval
(Vinicola Altair)  e (Vinicola Matetic) 

19 às 20 horas (auditório B)
Palestra Filipa Pato  
(Vinicola Filipa Pato )
Proprietária da Vinicola Filipa Pato

Funcionamento da feira: 18 às 23 horas

Quinta-feira (21/06)

8 às 12 horas (Auditório Principal)
Curso de Noções Básicas do Vinho 
Célio Alzer 

14h30 às 17h30 (Auditório Principal)
Curso Avançado do Vinho 
Célio Alzer 

17h40 às 18h40 (Auditório A)
Palestra Patrick Vallette 
(Vina J. Bouchoun)
Enólogo da Vinicola J. Bouchon

17h40 às 18h40 (Auditório B)
Palestra: Jose Luiz G. Pagliari 
(Vertical de Pizzato Merlot)

19 às 20 horas (Auditório A)
Palestra Diego Pulenta  
(Vinicola Pulenta States)
Proprietário da Vinícola Pulenta

                                         Funcionamento da feira: 18 às 23 horas

Informações: Rota Eventos  
(27) 3319-8110

Vestida para degustar

Esse vestido tem tudo a ver com nossa confraria, exceto pelo fato de não ter estampa de onça. Isso mesmo, ele é feito de vinho, literalmente. A artista contemporânea Donna Franklin criou a peça, que é feita com um tecido de fibra de celulose, fabricado com uma bactéria encontrada no processo de fermentação da bebida. A bactéria produz celulose que é quimicamente parecida com algodão, quando mergulhada em uma solução de glucose.

O estudo conta com a colaboração da empresa Bioalloy, que realiza pesquisas na Universidade de Western Australia (UWA).  Não é a primeira vez que Donna trabalha com tecidos fermentados. Em 2007, ela criou um vestido com fungos vivos que mudava de cor.  Na época, ela afirmou que a ideia era "desafiar as percepções das pessoas em relação ao corpo-vestuário e ao mundo natural".
Será que esta moda vai pegar?







 





quarta-feira, 13 de junho de 2012

Vinho em garrafa de cerâmica

A arte da cerâmica é antiga. Ela já era utilizada pelos fenícios, gregos e romanos para armazenar líquidos, principalmente o vinho. Inicialmente feitas em forma de ânforas, esses vasos foram substituídos, mais tarde, pelas garrafas de vidro, mais baratas, resistentes e que podiam conservar bem a bebida através do arrolhamento.

Agora, imagine em pleno século XXI, ter uma garrafa de vinho, de cerâmica? No mínimo é um "mimo" que vai encantar profissionais e amantes da bebida de Baco. E, acredite, você pode adquirir uma dessas. A vinícola californiana Mer Soleil acaba de lançar um Chardonnay acondicionado em uma garrafa feita com cerâmica. Segundo o produtor, a ideia foi inspirada na prática de vinificação onde se usa tanques de cimentos para fermentar a bebida. O Mer Soleil Silver não tem passagem por madeira.

O mais legal é que depois de degustá-lo, uma boa dica é transformar a garrafa num vaso de flores. Vai dar um charme à sua casa!



Via Escrivinhos

O vinho e a sustentabilidade

Com a Rio+20 a pleno vapor, nada como conferir boas práticas ambientais do mundo do vinho. André Trigueiro visitou a Concha y Toro, no Chile, e mostra em "Cidades e Soluções", na Globo News, a forma sustentável de fabricar a bebida na vinícola. Vale a pena assistir!


Mercado de vinhos no Brasil

Navegando pela internet, nos deparamos com o artigo de Arthur Azevedo, da ArtwinE Consultoria de Vnhos, sobre o mercado de vinhos no Brasil e a polêmica causada pelo pedido de salvaguardas à importação de vinhos no país. E como nós, as "onças", somos fãs número 1 da bebida de Baco, resolvemos compartilhar o texto "Reflexões sobre o mercado de vinhos no Brasil". E queremos saber o que você acha sobre o assunto. Deixe aqui sua opinião. 


 


segunda-feira, 11 de junho de 2012

Solar de Fradinhos

Veja o vídeo da confraria das onças, realizada no Solar de Fradinhos, casa do especialista André Andrès, com duas convidadas especiais: Carol Polese e Ana Paula. Uma noite muito agradável, que também contou com a presença de Simey e Helio, do Enotria, que realizaram  a degustação de vinhos argentinos. No final, Manu Brandão, que fala sobre vinhos de Bordeaux, apareceu por lá, junto com Jorge Lessa. No cardápio: empanadas La Dollina e capaletti de André Andrès. Nós, as "onças", sempre abrimos nosso encontro mensal para uma ou duas convidadas, dando a oportunidade às pessoas de entrarem no maravilhoso mundo de Baco.